Sthefany...quem?






Lacerda.* Sthefany Lacerda. Porém não acredite que seu nome se limita á esses dois. Ela tem um nome gigante. Nasceu em 1996. É solteira. É baixinha e bem humorada (quase sempre). Não aparenta ter a idade que tem. Sempre parece ter mais ou menos. Mas isso não diz tudo sobre ela. Gosta de cachorros, TV, de escrever (e como gosta), gosta de carros, de comer chocolate, de enrolar as pontas do cabelo, de ouvir música, de bom humor, de ler, de abraçar pessoas e coisas, de pseudo-dançar (também gosta muito de dar uma de modernista e inventar palavras), de pintar as unhas, de dormir, de arranhar notas musicais, de falar inglês (mas queria aprender francês), gosta de sorrir e nunca aprendeu a andar de bicicleta. Gosta de vírgulas. Gosta de falar sobre si mesma na terceira pessoa pois dessa maneira não precisa ficar sendo modesta o tempo inteiro (viu essa mania em um blog e achou o máximo compactuar). Tem uma paixão quase doentia por céus estrelados, Direito e Criminalística. Tende á ter quedas quase abismáticas por jornalismo, antropologia, literatura brasileira, romances e blogs. Não gosta de fazer faxina, mas faz. Não gosta de estudar matemática, mas estuda (ou só tenta). É extrema. Criatividade vem como ondas e ela procura tirar proveito delas quando vem forte, mas é rápida geralmente. Ela não tem religião.  E não ter uma religão também  não é uma religião. Sthefany geralmente é muito simpática mas consegue ser chata quando necessário e também quando desnecessário. Quem a vê á primeira vista quase sempre acha que ela é chata demais, ou boba demais, ou metida demais, ou alguma coisa demais. Mas não é nada desses demais. Ela crê em Deus, mas sem aquelas teses emocionais, religiosas e enganosas. Mora em São Paulo mas não é paulista. Acredite se quiser, Sthefany é nordestina (seus amigos não acreditam até hoje mas ela realmente não entende o porquê, talvez tenha sido o fato de ter perdido o sotaque ou coisa assim). José da Penha. Não. Esse não é o nome do pai dela. É o nome da cidadezinha onde nasceu e da qual sente falta quase diariamente.  Começou a cursar Logística  só para quebrar um galho, e descobriu algumas coisas: que logística não tem  a ver com caminhão (ela pensava que ia ser caminhoneira) e que tem uma enorme tendência á vida empresarial e muita intimidade com a comunicação, algo que tem sido de grande importância no seu currículo-vida (embora ela sinta falta de assistir sessão da tarde e deseja ter uma vida normal de qualquer pessoa da sua idade). Gosta de falar, falar, falar. E de escrever, o dobro do quanto gosta de falar. É uma quase-obsessão (acostume-se com sua mania de inventar palavras, a coitada ama imitar os modernistas).  Depois de alguns anos tendo certeza que queria seguir na área de Direito, Sthefany finalmente encontrou um espaço confortável no Jornalismo. Gosta de cheirar livros e tem algumas outras manias normais de uma menina de 17 anos. Sabe pouco ainda, mas tem uma sede enorme de aprender muito mais. Já foi muito indecisa, hoje não é mais. Além de tudo, atualmente Sthefany é uma personalidade da mídia e estará no próximo Big Brother Brasil (essa é a parte que vocês riem). Ah, Sthefany não sabe contar piadas e encontrou nas letras, um jeito de derramar a alma.