Tempo. É um senhor ranzinza ou uma criança de sorriso aberto? Tempo tem a ver com idade e tempo revela maturidade? E qual sua importância? Até onde lhe permitimos ser importante? O que fazemos do nosso tempo? Que tempo é esse que passa tão depressa? E aquele, rápido, tão fugaz? O tempo é implacável. Como já dizia William Shakespeare ''O tempo é muito lento, para os que esperam. Muito rápido, para os que tem medo. Muito longo, para os que lamentam. Muito curto, para os que festejam.Mas para os que amam, o tempo é eterno.'' Na minha concepção acredito que o tempo é um menino perdido, jogado, esquecido, abandonado, submergido no nosso medo de perdê-lo. Perdemos tanto tempo nos preocupando com o que vão pensar. Perdemos tanta vida vivendo a vida de outras pessoas. Perdemos tantas horas contando os minutos. Perdemos tanto tempo, para no final, não termos vivido nem usufruído do nosso tempo disponível . Se existisse um jeito, uma promessa, algo do tipo... Do qual nos fizesse parar de querer viver o tempo e a vida do outro. Nos preocupamos com coisas tão fúteis e tão pequenas. E no final, o pequeno tempo antes, menino sozinho e sem alento, se torna o tempo, velhinho, ranzinza... Abandonado á própria sorte. Viveu uma vida amarga de tanto viver a vida do tempo de outro alguém. Precisamos respeitar o tempo dos outros. Precisamos deixar o nosso tempo ser nosso, no seu ritmo. No nosso ritmo. Precisamos parar de perder tempo. Precisamos ganhar tempo. Precisamos de tempo.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Tempo, tempo, tempo...
Tempo. É um senhor ranzinza ou uma criança de sorriso aberto? Tempo tem a ver com idade e tempo revela maturidade? E qual sua importância? Até onde lhe permitimos ser importante? O que fazemos do nosso tempo? Que tempo é esse que passa tão depressa? E aquele, rápido, tão fugaz? O tempo é implacável. Como já dizia William Shakespeare ''O tempo é muito lento, para os que esperam. Muito rápido, para os que tem medo. Muito longo, para os que lamentam. Muito curto, para os que festejam.Mas para os que amam, o tempo é eterno.'' Na minha concepção acredito que o tempo é um menino perdido, jogado, esquecido, abandonado, submergido no nosso medo de perdê-lo. Perdemos tanto tempo nos preocupando com o que vão pensar. Perdemos tanta vida vivendo a vida de outras pessoas. Perdemos tantas horas contando os minutos. Perdemos tanto tempo, para no final, não termos vivido nem usufruído do nosso tempo disponível . Se existisse um jeito, uma promessa, algo do tipo... Do qual nos fizesse parar de querer viver o tempo e a vida do outro. Nos preocupamos com coisas tão fúteis e tão pequenas. E no final, o pequeno tempo antes, menino sozinho e sem alento, se torna o tempo, velhinho, ranzinza... Abandonado á própria sorte. Viveu uma vida amarga de tanto viver a vida do tempo de outro alguém. Precisamos respeitar o tempo dos outros. Precisamos deixar o nosso tempo ser nosso, no seu ritmo. No nosso ritmo. Precisamos parar de perder tempo. Precisamos ganhar tempo. Precisamos de tempo.
