sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Voa!

Mas te deixo assim. Te deixo ser o que quiser ser. Te deixo ir. Sem medo. Nem pressa de voltar. Te deixo voar. Vai! Você é livre. Eu também. Nós somos. Ninguém é posse de alguém. Nem tão incrível ao ponto de não desejar ser pertence de outrem. Somos todos nós. E no final, sempre eu e você. O caminho é seu. O domínio também. Não tenha medo de descobrir outros lugares, por aí. Eu já não ando receosa da sua partida - leve, porém partida -. Mas, contudo, a minha segurança e convicção de sua volta é sempre maior. Eu sempre estarei acreditando que breve, estaremos aqui novamente. E ali também. Por isso te dou espaço para ir e respirar. Para colocar os finais nos fins. E para descobrir o que lhe falta, antes de voltar.