Mas era a paz do seu interior, portanto, e não a paz do mundo. A paz inexistente, eu diria. A mansidão do seu ser. A felicidade do seu caminho. Os orvalhos de sonhos, ou os sonhos como orvalhos. Que grudavam no seu incógnita mental. Eles eram o guia de sua vida. Eram como um mantra, uma música celta para sua alma. Relaxar e sorrir. O segredo foi revelado e eis que não há mais dificuldade em seguir. Ir, viver, arriscar, acreditar, confiar, relaxar e sorrir. Caminhar, por fim.
