quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Uma coisa atômica.

Que droga! Eu sou uma explosão de coisas. Coisinhas. Contínuas. Diárias. Eternas. Constantes. Intensas. Imensas. Dinâmicas. Minhas. Não tenho culpa. E não tenho culpa de estar me dirigindo a mim mesma na primeira pessoa do singular. Há algo mais sincero que isso? Pode chamar isso de egocentrismo também, pouco importa. Mas eu sou uma explosão. Uma grande explosão. Sou atômica. São sentimentos, palavras, pensamentos, ideias, perguntas, interesses, sonhos, vontades, lembranças, desejos e coisas. Coisinhas. Que querem, que pedem, que tem que sair. Palavras que precisam ser ditas, atitudes que precisam ser realizadas, sentimentos que precisam ser sentidos e coisinhas... Hahaha, minhas coisinhas! Eu preciso ser eu o tempo todo. Preciso rir alto, ser indiscreta, falar idiotices, dar risada de tudo, comer de boca cheia, brincar, rir e fazer as coisas do meu eu, meus eus diários. Sou uma explosão, já disse?