sexta-feira, 7 de setembro de 2012

MUDAAAAAAAAAAAAAAAR!

Eis a palavra do receio. Mudar. Mudar o quê? Pra quê, afinal? Mudar! Há algo mais claro que isso? Não há necessidade de enrolações e exclamações. Não. É simples - e árduo também . Quando nos deparamos com nossas situações, aquelas já antigas, aqueles conformismos e comodismos habituais. Nossas reclamações cotidianas, os porquês de sempre, os mesmos problemas e nenhuma alteração há. Porque, simplesmente, nós não nos esforçamos em obte-las. O maior mal, quem sabe, é o OK da vida. Dizer ok, a cada novo problema. Aceitá-lo, contudo! Aceitar a derrota, o fracasso, a mesmice. MUDAR! Essa palavra já estremesse os pilares da mente, quem dirá quando praticada. Mudar é dinamismo, é movimento, é viver. Mudar é necessário e começa por pequenos detalhes quando se deseja uma grande mudança. E quando se trabalha por tal, com assiduidade e força, é impossível não ver os resultados provenientes. Mudar é mais que necessidade, é dinamizar a vida. É continuar. É não deixar o igual parar os sonhos e metas. E dizer não aos ok's, por que Lispector já havia citado: ''só o que está morto não muda.''