domingo, 2 de setembro de 2012

A Paz

Mas, aquele sentimento sobrepujava quaisquer outros. Todavia, não chegava a ser tão-somente sentimento. Ia além disso. Era magnífico. Quanto mais perto se estava da Paz, mais perto se estava dos sorrisos eternos. Era algo, por conseguinte, assim: glorioso. Toda vez que fechava os olhos e abria o coração, então, seu ser era invadido. Os problemas, eram por um instante esquecidos e a convicção de que revolvê-los seria simples, era incrivelmente forte e real. Uma imensa força tomava-ia. A Paz. Era ela. Que só Ele proporcionara. Era doce e suave, do mesmo modo em que forte e soberana! Ah, a Paz! A enchia e fazia com que lágrimas sinceras rolassem. Lágrimas de felicidade, repare. Das quais, limpavam-na no mais recôndito de si. A Paz limpava e preenchia. Tudo o que havia de ruim era expelido e aquele velho vazio se tornava passado. A Paz era TUDO! Era o melhor para sua vida, sabia. E tudo o que precisava... Para seguir.