Desapego, desapego, desapego! Eita palavrinha que virou moda. Moda não. Mainstream. Mas não é que a massa tá certa? Desapegar-se. Deixar voar. Esquecer. Ir. Limpar. Deixar ir. Seguir. Soltar. Desprender-se. Soa tão bem né? E talvez seja isso que deve realmente ser. Deixar! Praticar o desapego, oras! Afinal, se não tá sendo, é porque não é pra ser. E se tiver que ser um dia, vai ser também. Ou não. O importante é o dinamismo. É continuar. É seguir. É perceber que existe uma vida ainda. Que quem se prende por muito tempo, vira escravo de si. Que não dá pra esperar pra sempre. Que as coisas mudam. Os gostos. As vontades. Que se encontram muitos outros olhares e sorrisos por aí. Desapegue-se e deixe. E não é pleonasmo. É desapego!
