Se bem soubéssemos, o bem que nos faz um sorriso. Uma risada. Uma piada. Uma brincadeira qualquer. É de um poder tão grande. Cura uma infinidade de males. Ser idiota! É tão bom! Porque, convenhamos, que ser normal o tempo todo é tão chato. Já não nos basta esse mundo preto e branco e o caos corriqueiro que nos é de herança? Então, veja bem, sorrir é de graça, ainda. Exercite a felicidade. Cutuque-a dentro de você. E repita-a. Contagie-se também. Dê risada das desgraças, sorria nos tombos, seja idiota, afinal! Os sérios que me perdoem, mas ninguém aguenta etiqueta e postura o tempo inteiro, né? Isso cansa! A monotonia do ''certinho'' é de uma chatice tremenda! E então, estamos continuamente buscando a felicidade, mas não abrimos os olhos para perceber que elas ficam escondidas nos recônditos das coisas bobas, em um céu azul ou uma chuva cinza, no sorriso de uma criança na rua, em um ''bom dia!'', em um favor qualquer do cotidiano, em um ''eu te amo'' vira e mexe, em uma piada, risada compartilhada, sorriso cutucado, conversar sobre bobagens, chorar se der vontade, sorrir, abraçar, ouvir... Ser feliz! A felicidade é um vírus, que a muitos não alcança pois estão imunizados e vacinados pela chatice e a seriedade constante. Desimune-se! Contagie-se! Fique doente de felicidade! Permita-se enfim, ser feliz.
